Neurodiversidade —
TDAH e TEA
em adultos
Para quem funciona, sente e processa o mundo de uma forma que sempre soube ser diferente — e busca compreender esse funcionamento com precisão clínica, e desenvolver recursos reais para operar a partir dele.
University of Essex, UK
Investigação sobre neurodiversidade e bem-estar
Agendar sessão
O trabalho começa com
o que você está vivendo
Dificuldade em manter o foco em tarefas longas ou pouco estimulantes — mesmo querendo.
Procrastinação persistente que não se resolve com força de vontade.
Começa muitas coisas, termina poucas — e carrega culpa por isso.
Hiperfoco em alguns temas, paralisia em outros — sem controle aparente.
Impulsividade em decisões, gastos, relações — percebida só depois.
Sensação de estar sempre "atrasado" na própria vida, apesar de ser inteligente e capaz.
Sente cada crítica, rejeição ou desaprovação como dor física — desproporcional ao acontecido. Tem nome: disforia de rejeição.
Hipersensibilidade emocional — sentir muito e sentir intensamente. TDAH envolve também regulação afetiva, além da atenção.
Inquietação interna que não para — pensamentos correndo mesmo quando o corpo está parado, mesmo na hora de dormir.
Cansaço social intenso — interações exigem esforço que os outros não parecem perceber.
Sensibilidade elevada a estímulos — sons, luz, texturas, ambientes — que interfere no funcionamento.
Dificuldade em "ler" situações sociais que parecem óbvias para os outros.
Rigidez diante de mudanças de rotina ou planos — com desconforto desproporcional.
Mascaramento constante — adaptar-se às expectativas externas a um custo interno alto.
Sensação de exaustão após situações sociais que outras pessoas navegam com aparente facilidade.
Gestão de sintomas,
não só compreensão
Com diagnóstico estabelecido
O foco é a gestão funcional — desenvolver ferramentas concretas para lidar com os prejuízos no dia a dia, nas relações, no trabalho, na regulação emocional.
Com suspeita ou sintomas
O processo inclui rastreio clínico estruturado e, quando indicado, encaminhamento para avaliação diagnóstica formal — com acompanhamento paralelo desde o início.
Fundamento em evidências
O processo é conduzido com técnicas baseadas em evidências e neuropsicologia clínica, adaptadas ao perfil neurocognitivo individual
A prática clínica em neurodiversidade que ofereço é sustentada por investigação ativa na área. Sou autora do capítulo "Spirituality at the Workplace and Female ADHD Employees' Flourishing", publicado na Encyclopedia of Diversity, Equity, Inclusion and Spirituality (Springer, 2026) — examinando mascaramento, disforia de rejeição e o TDAH feminino no trabalho. Atuo também como psicóloga convidada da University of Essex em investigação sobre neurodiversidade e bem-estar. Ver publicação Springer → · Ver investigação Essex →
O que traz as pessoas aqui são os sintomas e os prejuízos que causam. O processo começa a partir disso.
Agendar sessão →TDAH não diagnosticado e exaustão emocional andam juntos com frequência. O esforço constante de mascarar consome — e o que parece burnout pode ter uma raiz neurocognitiva ainda sem nome. O trabalho clínico endereça os dois.